(Foram necessárias 6 horas, 28 saltos e uma sala cheia de assistentes a atirar gatos (zangados) e baldes de água ao ar, para se conseguir esta obra.)
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domingo, junho 03, 2007
Dalí & Leda Atomicus
(Foram necessárias 6 horas, 28 saltos e uma sala cheia de assistentes a atirar gatos (zangados) e baldes de água ao ar, para se conseguir esta obra.)
Etiquetas:
Fotografia,
Philippe Halsman,
Salvador Dalí
sexta-feira, dezembro 01, 2006
Já Que Se Fala Em Surrealismo...
Duração do clip: 42''
"Un Chien Andalou", uma curta-metragem de apenas 17 minutos, é considerada como a peça mais vanguardista da história do cinema. A ideia de Luis Buñuel e do mítico pintor Salvador Dalí foi de escandalizar o público e romper com as formalidades cinematográficas da época. A reacção dos cinéfilos não se fez esperar... Durante a sua exibição em França ocorreram vários tumultos em frente das salas que acolheram a cópia do filme. Se ainda hoje alguns classificam esta película como uma monstruosidade, muitos outros classificam-na como uma obra de arte. Penso que nem é necessário dizer a que grupo pertenço, certo?
Título: Un Chien Andalou
Ano: 1928 (França)
Argumento: Luis Buñuel e Salvador Dalí
Realização: Luis Buñuel
Etiquetas:
Cinema,
Crítica de Cinema,
Luis Buñuel,
Salvador Dalí
segunda-feira, março 20, 2006
A Certeza de ser Dalí
quinta-feira, novembro 17, 2005
Salvador Dalí
Salvador Dalí é um dos meus pintores favoritos. Podem adorar ou odiar mas ninguém lhe fica indiferente. O surrealismo é levado até às ultimas consequências nas suas obras. Desde "Sonho Causado Pelo Voo de uma Abelha à Volta de uma Romã um Segundo Antes de Acordar" (1944) até à "A Ultima Ceia" (1955) que decorre num ambiente futurista e onde todos os apóstolos têm a face oculta, Dalí sabia como apreender a atenção às suas obras. Porém, o quadro mais famoso é talvez "A Persistência da Memória" (1931), representado ao lado, que na realidade é um dos seus quadros mais pequenos (24x33 cm). A paisagem é fácil de identifícar: trata-se indiscutivelmente de um hino à sua terra natal; Figueras. Mas o que desperta mais atenção é a flacidez dos relógios dependurados e da própria figura de Dalí no chão. Todas estas "deformações" talvez demonstrem a preocupação humana relativamente ao tempo e ao espaço (logo relacionados com a memória). Gala previu que quem visse este quadro jamais o esqueceria. De facto o êxito foi tal que, muito mais tarde, Dalí regressou ao tema da memória com mais duas pinturas: "Desintegração da Persistência da Memória" e "Relógio Mole no Momento da Sua Primeira Explosão", ambos datados de 1954. "Todas as manhãs, quando acordo, eu experimento uma excepcional alegria - alegria de ser Salvador Dalí - e de súbito me pergunto: que coisas maravilhosas vai este Salvador Dalí aprontar hoje?". - Salvador Dalí
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