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segunda-feira, agosto 15, 2011

1001 Fimes Para Ver Antes De Morrer (II)

FILME #2

THE GREAT TRAIN ROBBERY
Realização: Edwin S. Porter
Intérpretes: A. C. Abbadie, Gilbert M. "Broncho Billy" Anderson, George Barnes, Walter Cameron, Justus D. Barnes
Produção: Edison Manufacturing Company
Origem: EUA, 1903



(faltam 999 filmes)

domingo, abril 24, 2011

1001 Filmes Para Ver Antes De Morrer (I)

FILME #1:

LE VOYAGE DANS LA LUNE

Realização: Georges Méliès
Intérpretes: Victor André, Bleuette Bernon, Brunnet, Jeanne d'Alcy, Henri Dellanoy
Produção: Star Film
Origem: França, 1902




(faltam apenas mais 1000 filmes)

segunda-feira, abril 11, 2011

The Criterion Collection (#148)











Título: Ballada O Soldate (A Balada do Soldado)
Realização: Grigory Chukhrai
Intérpretes: Vladimir Ivashov, Zhanna Prokhorenko, Antonina Maximova, Nikolai Kriunchkov, Vevgeny Urbansky.
Origem: URSS, 1959
Coleção Criterion #148

domingo, agosto 22, 2010

Memórias De Um Sonhador

"E outra vez me pergunto: o que fizeste com esses anos? Onde sepultaste os teus melhores anos? Viveste ou não viveste? Olha, digo para mim, olha que frio se põe no mundo. Mais anos passarão e atrás deles virá a solidão sombria, virá com o seu cajado, a velhice tremente, e com isso a mágoa e a amargura. Tornar-se-á pálido o teu mundo fantástico, vão esmorecer os teus sonhos, murchar, cair como folhas amarelas das árvores... Que triste ficar sozinho, completamente sozinho, sem ter sequer o que lamentar - nada, absolutamente nada... porque todo o perdido era nada, um zero estúpido, nada mais que uma ilusão!"

Texto: Excerto de "Noites Brancas" de Fiódor Dostoiévski
Imagem: Fotograma de "Le Notti Bianche" de Luchino Visconti

domingo, junho 20, 2010

Argumento Adaptado: Carrie

"Devia ter-me matado quando ele a pôs em mim - disse, claramente. - Depois da primeira vez, antes de casarmos, jurou: nunca mais. Disse que fora apenas... um descuido. Acreditei. Caí, perdi o bebé e esse foi o juízo de Deus. Pensei que o pecado tinha sido expiado. Pelo sangue. Mas o pecado nunca morre. O pecado... nunca... morre. - Os seus olhos cintilavam. - Ao príncipio correu tudo bem. Vivemos sem pecado. Dormíamos na mesma cama, às vezes ventre com ventre, e, oh, eu sentia a presença da Serpente, mas... nunca... o fizémos... até... - Começou a sorrir cruelmente, terrivelmente. - E nessa noite vi-o a olhar-me daquele modo. Ajoelhámos a pedir forças e ele tocou-me... Naquele sítio. Naquele sítio da mulher. Mandei-o sair de casa. Esteve horas fora e eu rezei por ele. Vi-o mentalmente, a percorrer as ruas da meia-noite e a lutar com o Demónio como Jacob lutou com o Anjo do Senhor. E quando regressou o meu coração encheu-se de gratidão. Só quando ele entrou é que cheirei o uísque no seu hálito. E tomou-me. Tomou-me. Tomou-me ainda com o fedor do uísque da imunda estalagem no hálito, tomou-me... e eu gostei! - Gritou as últimas palavras, como se as atirasse ao tecto. - Gostei de toda aquela fornicação e das suas mãos nojentas em mim, EM TODA EU!"



O livro: "Carrie" de Stephen King
O filme: "Carrie" de Brian de Palma

sábado, janeiro 02, 2010

Títulos Da Minha Videoteca Privada (XIV)

Título: Duas
Realização: Werner Schroeter
Ano: Portugal, França, Alemanha, 2002
Intérpretes: Isabelle Huppert, Bulle Ogier, Manuel Blanc
Edição em DVD: Atalanta Filmes (cópia nr. 657)

quarta-feira, agosto 12, 2009

Títulos Da Minha Videoteca Privada (XIII)

Título: Buda Caiu de Vergonha ("Buda as Sharm Foru Rikht")
Realização: Hana Makhmalbaf
Ano: Afeganistão, 2007
Edição em DVD: Zon Lusomundo (cópia nr. 162)

Um filme realizado pela filha do realizador Mohsen Makhmalbaf
aos 19 anos de idade.

segunda-feira, julho 13, 2009

Argumento Adaptado: As Horas

"O corpo do tordo ainda lá está (é curioso como os gatos e os cães da vizinhança não estão interessados), pequenino até mesmo para um pássaro, tão definitivamente sem vida, aqui no escuro, como uma luva perdida, este pequeno e vazio punhado de morte. Virginia pára junto dele. Agora é lixo; perdeu a beleza da tarde do mesmo modo que Virginia perdeu a sua admiração, à mesa do chá, por chávenas e casacos, do mesmo modo que o dia está a perder o seu calor. De manhã, com uma pá, Leonard recolhe pássaro, erva e rosas e deita tudo fora. Virginia pensa na muito maior quantidade de espaço que um ser ocupa na vida do que na morte, na muita ilusão de tamanho contida em gestos e movimentos, na respiração. Mortos, somos revelados nas nossas verdadeiras dimensões, que são surpreendentemente modestas. Não sentira ela, Virginia, em si mesma em espaço vazio, de uma pequenez espantosa, onde seria natural que um sentimento forte residisse?"



O livro: "As Horas" de Michael Cunningham
O filme: "As Horas" de Stephen Dalory

terça-feira, junho 23, 2009

Filmes Que Provocam Fobias

Filme em questão: O Cozinheiro, o Ladrão, a Sua Mulher e o Amante Dela (The Cook, The Thief, His Wife & Her Lover)
Ano: 1989
Fobia: Anglofobia possível e/ou Sitiofobia possível
Razão: Anglofobia: a maioria dos personagens são aterradores (principalmente o "thief"). Sitiofobia: Após os menús excelentes ao longo do filme, recebemos o choque do prato final apresentado no filme.

A reter: "No, it's not God, Albert. It's Michael. My lover. You vowed you would kill him, and you did. And you vowed you would eat him. Now eat him." (Georgina Spika)

PS: Um filme com a minha "british muse"... Helen Mirren!

sexta-feira, março 13, 2009

Títulos Da Minha Videoteca (XII)

Título: Um Tempo Para Cavalos Bêbados
Realização: Bahman Ghobadi
Ano: Irão, 2000
Edição em DVD: Atalanta Filmes (cópia nr. 415)

Indiscutivelmente um dos meus filmes predilectos.
Um dos filmes que me ajudou a descobrir o cinema do médio-oriente.

sábado, janeiro 31, 2009

Cahiers Du Cinéma Portugais (V)

Que imprudente ideia, a do príncipe, ter interrompido Branca de Neve no melhor dos sonos e, com um beijo que ela negará sempre, retirá-la do caixão de vidro para a restituir à vida, isto é, à carne, e arrogar-se direitos sobre ela. Se Branca de Neve deseja morrer ou regressar ao país dos seus anões, é porque não está convencida da boa-fé da rainha. A sua madrasta não quis envenená-la? Quando Branca de Neve, salva pelo príncipe, voltou à vida, a rainha, graças aos seus beijos, não incitou, acto contínuo, o caçador a apunhalá-la? Baseado na obra «Schneewittchen» do escritor suisso Robert Walser, João César Monteiro assina este «Branca de Neve» em 2000, três anos antes de «Vai e Vem», a derradeira obra de um dos mais conceituados cineastas portugueses. Apesar desta obra ter gerado uma grande polémica em Portugal devido à quase inexistência de imagens, este filme foi muito bem recebido pelos críticos de todo o Mundo (mais uma vez, a excepção foi Portugal).

«É preciso morrer para aprender a viver, e o filme experimenta com graça esse outro-mundo. Em todo o caso, para evocar Walser, Monteiro, passa pela obra.» - Jean-Marc Lalanne; "Libération".

«Arrisquemos hipóteses. A provocação dadaísta, a imprecação epistolar, a estalada no gosto do público. A proximidade espiritual do cineasta e do escritor, sob o signo do humor melancólico, da tentação epicurista, da impossível procura pela beleza, e da loucura que ronda. O texto walseriano é admiravelmente dito em português.» - Jacques Mandelbaum; "Le Monde".

«Filme afrontosamente teórico e consagrado à perda da luz ou às incestuosas relações imagem/som, «Branca de Neve» é sobretudo um grande filme sensual, onde a ressurreição da heroína do conto as suas hesitações entre desaparecimento doloroso e esperança de retorno, perdão e ressentimento, não são tratados senão através da matéria fílmica.» - Frédéric Bonnaud; "Les Inrockuptibles".

«Uma obra prima de síntese e de provocação às últimas consequências. Assina-a, não por acaso, um génio do cinema contemporâneo como João César Monteiro. Há no trabalho de Monteiro muito do que é hoje em dia reflexão sobre o corpo cinema. Este filme é uma magnífica lição de cinema.» - Cristina Piccino; "Il Manifesto".



"Mais do que ver, gostaria de ouvir" - Robert Walser


Vídeo e imagem: Madragoa Filmes
Post já publicado no blog "O Bar do Ossian"

quarta-feira, novembro 26, 2008

Títulos Da Minha Videoteca Privada (XV)

"Wherever, whatever, have a nice day!"

Título: My Own Private Idaho
Ano: 1991
Realização: Gus Van Sant
Intérpretes: River Phoenix, Keanu Reeves, James Russo, Grace Zabriskie, Udo Kier
Edição em DVD: Afilm (edição belga)

sexta-feira, outubro 17, 2008

Argumento Adaptado: A Pianista

O LIVRO:
"Amará o seu domador o antigo animal selvagem, hoje animal de circo? Pode ser que sim, mas não é obrigatório. Dependem ambos um do outro, de forma desesperada. Um precisa do outro para se inchar como um sapo-rei, ajudado pelas habilidades daquele à luz dos holofotes, e para o Barrabás da música, o outro precisa deste para possuir um ponto de referência no meio do caos generalizado que lhe ofusca o olhar. O animal tem de saber o que fica por cima e o que fica por baixo, senão de repente aparece a fazer o pino. Sem um treinador, o animal estaria condenado a precipitar-se desamparado em queda livre, ou a vagar à deriva no espaço e estraçalhar com dentes, garras e goelas, sem critério, tudo que se lhe cruza no caminho. Porém, assim, há sempre alguma pessoa que lhe diz o que vale a pena fruir. E o seu amo, o domador, faz estalar o chicote! Ora louva, ora castiga, é conforme. É conforme o merecimento do animal."



O FILME:

(Atalanta Filmes)


O livro: "A Pianista" de Elfriede Jelinek
O filme: "A Pianista" de Michael Haneke

sábado, setembro 06, 2008

Títulos Da Minha Videoteca Privada (XIV)

Título: Sexo, Mentiras e Video (Sex, Lies and Videotape)
Ano: 1989
Realização: Steven Soderbergh
Edição em DVD: LNK Video (cópia nr. 3067)

quarta-feira, agosto 06, 2008

Frases Famosas (XI)

"Se perdermos a guerra, não me preocupa que as pessoas nela morram. Não verterei uma única lágrima".

Bruno Ganz como Adolf Hitler em "Der Untergang" (2004)

sexta-feira, junho 20, 2008

Títulos Da Minha Videoteca Privada (XIII)


Título:
Corre Lola Corre (Lola Rennt)
Ano: 1998 (Alemanha)
Realização: Tom Tykwer
Edição em DVD: LNK Video (cópia nr. 131)

domingo, junho 08, 2008

Argumento Adaptado: La Princesse De Clèves

"Quelque dangereux que soit le parti que je prends, je le prends avec joie pour me conserver digne d’être à vous. Songez que pour faire ce que je fais, il faut avoir plus d’amitié et plus d’estime pour un mari que l’on n’en a jamais eu : conduisez-moi, ayez pitié de moi, et aimez-moi encore, si vous pouvez."



O livro: "La Princesse de Clèves" de Mme. de Lafayette
O filme: "La Lettre" de Manoel de Oliveira

segunda-feira, maio 26, 2008

O Sr. Lynch... Again and Again and... Again!

Dia 29, quinta-feira, 21h30, Auditório Municipal Augusto Cabrita, Barreiro...

"Eraserhead - No Céu Tudo É Perfeito"

Pela primeira vez vou assistir a esta obra do Sr. Lynch no grande ecrã.

sexta-feira, maio 16, 2008

A Não Perder...

Peter Greenaway. Este nome é por si só sinónimo de ida obrigatória ao cinema.
Estreou no passado dia 7 "A Ronda da Noite", a mais recente obra deste realizador britânico. Nesta obra, Greenaway dá a sua visão muito pessoal sobre o quadro "A Ronda da Noite" de Rembrandt. Não podemos esquecer que o realizador é também um pintor, logo não é um leigo no campo pictórico. Podemos discordar da tese apresentada no filme sobre "A Ronda da Noite" (ou, «j'accuse de Rembrandt», como Greenaway a apelidou) mas o filme... esse é belíssimo.
Aliás, outra coisa não se pode esperar de Peter Greenaway...



sexta-feira, maio 02, 2008

Cahiers Du Cinéma Portugais (III)

"A Mulher Que Acreditava Ser
Presidente dos Estados Unidos da América"
de João Botelho
(2003)
Muitos críticos de cinema afirmaram que o filme "A Bomba" (2002) de Leonel Vieira tinha tanta piada como um pingo de solda num olho. Pois "A Mulher Que Acreditava Ser Presidente Dos Estados Unidos Da América" encontra-se no mesmo patamar. Porém, uma frase proferida pela presidente (Alexandra Lencastre), salva o filme da catástofe total:

"Eu sou a presidente dos Estados Unidos da América, posso fazer o que quiser!"

Digam lá se João Botelho não conseguiu reproduzir na perfeição o ego dos presidentes norte-americanos...